A Seda é uma marca de produtos capilares extremamente famosa no Brasil, sendo possível encontrar seus produtos em qualquer local. É também uma das marcas que possui como empresa-mãe (proprietária) a multinacional Unilever, juntamente com centenas de outras marcas (lista completa ao final do post). Entretanto, será que a Seda é uma marca livre de exploração animal e que pode ter produtos considerados aptos para veganos? Será que é totalmente livre de exploração animal? Vamos conferir todas as informações e comprovações sobre a Seda ao longo desse post!
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O fato é que a Unilever (proprietária da marca Seda) possui envolvimento com testes em animais por ter decidido comercializar seus produtos na China, onde testes em animais são requeridos para que cosméticos sejam vendidos (clique aqui para entender toda a legislação chinesa em relação a testes em animais). Apesar de saber disso, a Unilever optou por NÃO sair do país, como diversas empresas que se importam com os animais fizeram, pois ela visa o alto lucro desse mercado. Dessa forma, a Seda, por possuir relação financeira direta com a Unilever, não pode ser considerada uma marca totalmente livre de exploração animal. Todas as comprovações dessas informações, vocês podem conferir por conta própria ao longo do post.
A Seda, de fato, não comercializa seus produtos na China atualmente. Porém, por existir uma relação direta com a Unilever, não é correto nem seguro afirmar que a Seda é livre de qualquer exploração ou crueldade animal. Até porque o dinheiro pago em um produto da Seda, está indo para outra empresa (Unilever), e que é conivente com a tortura e a morte de animais usados em testes para que seus produtos sejam vendidos em um país. Sendo assim, a Seda é uma marca boicotada completamente, assim como a Unilever e qualquer outra marca que faça parte de seu grupo empresarial. Afinal, IMPORTANTE: Ao comprar produtos de uma marca em específico (como, por exemplo, a Seda), você está dando dinheiro não somente para a marca do produto, mas também para sua empresa-mãe/proprietária (nesse caso, a Unilever) e seu grupo empresarial. Os lucros delas, querendo ou não, são relacionados. E a Unilever, inclusive, está entre as 10 empresas que mais poluem no mundo, segundo a ONG Break Free From Plastic (comprovações ao longo do post). Portanto, de qualquer modo, a Seda não é apta para o consumo de veganos ou totalmente livre de exploração.
E como substituir a Seda? Lista de marcas veganas e cruelty-free (livre de testes em animais): Para quem não está familiarizado, antes de uma marca ser incluída como vegana/cruelty-free aqui no blog, é realizada toda uma pesquisa de informações sobre ela e seus produtos. Como vegana abolicionista, levo em consideração todas as informações possíveis que fariam uma marca estar envolvida, mesmo que indiretamente, com qualquer exploração animal. Muitas das informações envolvendo exploração animal que levo em consideração aqui, não são verificadas por organizações ou selos de produtos “veganos” ou “cruelty-free”, mas como disse, aqui são. E não basta apenas a palavra da marca, existe também investigação por trás de informações que as marcas talvez não nos contem. Diariamente trago comprovações sobre novas empresas, seus produtos, diretrizes e muito mais. Inclusive, clique aqui para conferir todas as listas de marcas veganas/cruelty-free ou para evitar aqui do blog.
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Comprovações: Seda é uma marca da Unilever:
Imagem obtida a partir do site oficial da Unilever. Clique aqui para conferir na íntegra.
Como mostrado na imagem acima, retirada do próprio site oficial da Unilever no Brasil, é possível visualizar a Seda na lista de marcas que fazem parte do seu grupo empresarial.
Na página linkada acima, estão as principais marcas marcas vendidas no Brasil que pertencem à Unilever (clique aqui para conferir a lista completa de marcas que fazem parte da Unilever no mundo todo, ou veja a lista ao final desse post). E apesar de já comprovado no post específico que elaborei sobre a Unilever aqui no blog (clique aqui para conferir por completo), confiram abaixo novamente todas as declarações da Unilever envolvendo seus testes e a minha análise sobre a situação da empresa.
Unilever está ligada com testes em animais:
Declaração obtida a partir do site oficial da Unilever. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Não testamos nossos produtos em animais e estamos comprometidos com o seu fim. A Unilever cumpre o banimento de testes em animais na Europa desde 2004 e apoia iniciativas globais similares.
Em alguns mercados parte dos ingredientes que usamos no nosso portfólio, devem, ocasionalmente, ser testados por nossos fornecedores para atender às exigências legais e regulatórias; e alguns governos testam certos produtos em animais como parte de seus regulamentos.“
A declaração, presente no site oficial da empresa, e que todos vocês podem conferir por conta própria clicando aqui, mostra a Unilever tentando usar argumentos para maquiar a realidade dos animais mortos durante anos para que a empresa comercialize seus produtos em certos locais do mundo. É comum que as empresas façam isso, no caso, usem alegações e justificativas que possam levar os consumidores a acreditarem que tudo que a empresa faz é bom, quando na verdade, o que ocorre é o oposto.
A seguinte declaração “Em alguns mercados parte dos ingredientes que usamos no nosso portfólio, devem, ocasionalmente, ser testados por nossos fornecedores para atender às exigências legais e regulatórias; e alguns governos testam certos produtos em animais como parte de seus regulamentos” quer dizer que: A China é um dos países que a Unilever comercializa seus produtos (como comprovado mais abaixo), portanto, já que a Unilever optou por decisão própria comercializar no país, seus produtos terão que passar por testes em animais antes de serem distribuídos.
☑ Lembrando que explico e mostro comprovações sobre todo esse assunto envolvendo a legislação chinesa e como ela funciona, no post específico sobre os testes em animais na China, que você pode conferir clicando aqui.
A Unilever, como sempre, se coloca em uma posição de empresa amiga dos animais, e se algum consumidor eventualmente entrar na página da declaração acima e ler somente a primeira parte do texto, ele certamente irá pensar que a Unilever realmente não realiza nenhum teste em animais, e que a mesma ainda é ativista da causa (quando, na verdade, ela é o contrário). E por qual razão? A falta de transparência e coerência da marca no início de sua página, pois o restante da página mostra outra realidade sobre a relação que testes em animais têm com a Unilever.
Assinar documentos compreendendo que vidas de animais serão tiradas com essa decisão, é sim ter envolvimento com essas mortes, e envolvimento direto, afinal se não houvesse autorização, não existiriam tais testes, e consequentemente, não haveriam essas mortes. Ou seja, a maior responsável por tudo isso é a própria Unilever, ou qualquer outra marca que comercialize na China. Afinal, elas possuem a opção de NÃO FAZER ISSO, de NÃO AUTORIZAR ISSO, e de saírem da China, assim deixando de comercializar seus produtos lá (como várias empresas já saíram), mas elas continuam lá por vontade própria, sabendo e permitindo que toda essa tortura com animais ocorra.
Isso só deixa mais claro ainda para todos vocês que as marcas tentam encobrir de todas as formas possíveis o fato delas estarem envolvidas com a tortura e morte de animais por testes cruéis. Seja escrevendo essas informações de uma forma indireta, evasiva, com duplo sentido, e principalmente sem clareza para com os consumidores, ou até mesmo omitindo ou maquiando essas informações.
Tentativa de persuadir os consumidores:
Declaração obtida a partir do site oficial da Unilever. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Como parte do nosso compromisso em acabar com os testes em animais, temos um número crescente de nossas marcas que garantem que nem os produtos - nem os ingredientes que eles usam - estão sujeitos a testes em animais por fornecedores ou por autoridades reguladoras. O compromisso dessas marcas com nenhum teste em animais é certificado por grupos de bem-estar animal.
Utilizamos uma ampla gama de abordagens de testes que não utilizam animais para avaliar a segurança de nossos produtos para consumo humano e continuamos a desenvolver novas abordagens de última geração. Nossa equipe de líderes reconhecidos internacionalmente em ciência de segurança não animal trabalha com autoridades reguladoras, ONGs, nossos fornecedores e outros cientistas em todo o mundo para compartilhar essas abordagens, a fim de promover seu uso e aceitação mais amplos pelas autoridades.”
Testes em animais para alguns tipos de cosméticos são obrigatórios por lei na China na pré-comericalização, e mesmo que a lei não obrigue testes em animais para absolutamente todos os tipos de cosméticos antes de entrarem no mercado (pré-comercialização), o governo chinês pode testar qualquer cosmético em animais quando bem entender nas regulamentações de testes pós comercialização (quando eles já estão nas prateleiras). Mesmo assim, a Unilever ainda cita que “temos um número crescente de nossas marcas que garantem que nem os produtos - nem os ingredientes que eles usam - estão sujeitos a testes em animais por fornecedores ou por autoridades reguladoras“, o que não é totalmente verdade pois a empresa está falando somente da pré-comercialização.
Afinal, existem grandes chances de que TODO e QUALQUER produto cosmético vendido na China seja testado em animais pelo governo chinês quando ele bem entender na pós-comercialização, mesmo os produtos que são exceções na pré-comercialização (esses que a Unilever usa como exemplo de exceção de testes em seu texto). Vale lembrar que os testes pós-comercialização ainda ocorrem, por exemplo, quando houver reclamação de algum consumidor sobre o produto, e o governo não precisa avisar as empresas que irá tirar os produtos das prateleiras e testar em animais, e elas sabem muito bem disso.
A Unilever ainda usa como argumento nesse assunto que “o compromisso dessas marcas (que são supostamente exceções de testes na China) com nenhum teste em animais é certificado por grupos de bem-estar animal“, o que, novamente, leva os consumidores ao erro. Até porque, a própria HSI (Humane Society International) confirmou que testes em animais pós-comercialização (após estarem nas prateleiras) ainda podem ocorrer na China a qualquer momento, mas isso a Unilever não conta pra ninguém, ela omite a informação de que isso pode ocorrer nessas marcas pois sua declaração é somente referente aos testes pré-comercialização. Inclusive, cito as comprovações da declaração da HSI sobre esse assunto no post específico aqui do blog que serve como um guia para a legislação chinesa de testes em animais (clique aqui para conferir).
Já em relação ao restante de suas marcas, tendo em vista que a Unilever afirmou que apenas “um número crescente“ - ou seja, não todas - de suas marcas supostamente não estão tendo seus produto testados na pré-comercialização, elas continuam tendo seus produtos testados em animais para sequer entrar no mercado chinês, pois, de qualquer forma, a Unilever não comercializa na China apenas as marcas que citou no texto.
Resumidamente, as regulamentações na China fazem com que as empresas que comercializam seus produtos lá tenham de realizar testes em animais na grande maioria dos produtos na pré-comercialização. E nos produtos que são exceção a essa obrigação (assim como nos que também não são exceção, ou seja, isso se aplica a todos os cosméticos vendidos lá), ainda existe a chance deles serem testados em animais a qualquer momento pelo governo após estarem nas prateleiras (na pós-comercialização), caso exista a reclamação de algum consumidor. Clique aqui para conferir o guia completo aqui do blog elaborado para todos vocês entenderem como funciona as leis da China em relação a testes em animais.
De qualquer forma, a Unilver está sim envolvida com testes em animais por ter como objetivo apenas o lucro do mercado chinês, mesmo que tenha que testar em animais para obter esse lucro. Diversas empresas que são de fato éticas e se importam com os animais, deixaram de comercializar na China, o que a Unilever aparentemente não quer fazer. Ela tem a opção de deixar o país, como diversas marcas fizeram, mas ela não o faz, afinal lucro está acima de tudo.
A Unilever também afirma na mesma declaração acima que “nossa equipe de líderes reconhecidos internacionalmente em ciência de segurança não animal trabalha com autoridades reguladoras, ONGs, nossos fornecedores e outros cientistas em todo o mundo para compartilhar essas abordagens, a fim de promover seu uso e aceitação mais amplos pelas autoridades“. Entretanto, de fato não é necessário comercializar os seus produtos em países que obrigam testes em animais, como a China, para conseguir ajudar que esses testes sejam eliminados por lá.
A Unilever, assim como a L’Oréal e a P&G (que usam essa mesma desculpa para vender na China, e vocês podem conferir mais informações sobre elas também aqui no blog) é uma das maiores empresas do planeta. Ela não precisa vender seus produtos na China, e consequentemente matar milhares de animais, para fazer com que o país melhore sua estrutura e práticas. Ela tem recursos, dinheiro e poder o suficiente, e poderia facilmente ajudar a China a evoluir sem comercializar seus produtos por lá, ou seja, sem participar da tortura e morte de qualquer animal. Fica clara a tentativa da Unilever de, novamente, parecer boazinha enquanto animais são mortos para que ela lucre com o mercado chinês.
Unilever e a sua presença na China:
Imagem obtida a partir do site de notícias ChinaDaily. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Paul Polman, diretor executivo da Unilever, afirmou que: “A China ainda tem muitas oportunidades para se desenvolver. Temos um negócio muito grande e importante aqui. Dobramos nossos negócios na China a cada cinco anos, e continuaremos a investir nas maiores cidades, enquanto expandimos em cidades menores.”
A fabricante de bens de consumo disse que planeja fortalecer ainda mais seus esforços de pesquisa e desenvolvimento em Xangai, um dos seus seis centros globais de P&D (pesquisa e desenvolvimento).
“Cada vez mais, somos capazes de desenvolver produtos com qualidades únicas que estão lá para os mercados chineses. Temos cerca de 200 patentes aqui. Este é um centro de P&D (pesquisa e desenvolvimento) que continuará a crescer“, disse Polman.”
Para quem ainda tinha qualquer dúvida da presença da Unilever na China, a matéria acima, disponível em um dos maiores portais de notícias da China, mostra detalhadamente a presença da empresa no país. Também deixa claro os lucros que a empresa consegue estando presente em toda essa região e atingindo um número tão elevado de consumidores chineses (o que grande parte das empresas que comercializam lá tem como objetivo por ser um mercado lucrativo), mesmo que tenha que matar animais para tal feito.
Unilever é uma das maiores poluidoras nas Filipinas:
Matéria obtida a partir do site oficial do Greenpeace. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Nestlé, Unilever, P&G entre as piores infratoras da poluição plástica nas Filipinas em auditoria na praia: (por Greenpeace International)
Uma semana de limpeza de praia expôs as empresas mais responsáveis pela poluição de plástico após uma auditoria de resíduos de plástico realizada na Freedom Island (…). O Greenpeace Filipinas e o movimento #breakfreefromplastic (Tradução: ONG Se Liberte do Plástico), a primeira ONG desse tipo no país, revelaram que a Nestlé, Unilever e a empresa indonésia PT Torabika Mayora são os três principais contribuintes de resíduos plásticos descobertos na área, contribuindo para os 1,88 milhões de toneladas métricas de resíduos plásticos mal administrados nas Filipinas por ano.“
A Unilever, ao invés de mudar todas as suas práticas e reinventar suas políticas ambientais de forma efetiva, apenas continua lançando novos produtos. Ou seja, mais plástico no nosso planeta, sem ter uma ação consistente que de fato possa vir a mudar toda a poluição que ela mesma causa ao redor do mundo (as Filipinas, como mostrado acima, é apenas um dos diversos países que a Unilever está ajudando a poluir cada vez mais), matando milhares e milhares de animais diariamente.
Temos que parar de tratar empresas gigantes, como a Unilever, P&G, Nestlé, e diversas outras, como se elas fossem coitadinhas e vítimas de tudo isso. Elas são as maiores empresas do planeta, elas comandam o mundo todo com seu poder e dinheiro. Elas estão presentes nas prateleiras de todo o mundo, e na casa de grande parte dos cidadãos. Ou seja, elas de fato possuem dinheiro (muito dinheiro), poder, acessibilidade e influência para salvar o mundo, mas elas não o fazem, e ainda não fizeram apenas porque não querem. Elas possuem pleno conhecimento de tudo que causam, mas simplesmente não querem mudar.
Unilever entre as 10 empresas que mais poluem o planeta:
Trecho obtido a partir do site oficial da ONG Break Free Fom Plastic. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Essas auditorias de marcas oferecem uma prova inegável do papel que as corporações desempenham na perpetuação da crise global da poluição por plásticos”, disse o coordenador global da Break Free From Plastic, Von Hernandez. “Ao continuar produzindo embalagens plásticas descartáveis problemáticas e não recicláveis para seus produtos, essas empresas são culpadas de destruir o planeta em grande escala. Está na hora de eles assumirem e deixarem de transferir a culpa para os cidadãos por seus produtos esbanjadores e poluentes.”
As auditorias, lideradas por organizações membros da Break Free From Plastic, descobriram que a Coca-Cola, a PepsiCo, a Nestlé, a Danone, a Mondelez International, a Procter & Gamble (P&G), a Unilever, a Mars Incorporated e a Colgate-Palmolive eram as mais marcas multinacionais freqüentes coletadas em limpezas, nessa ordem. Este ranking de empresas multinacionais incluiu apenas marcas que foram encontradas em pelo menos dez dos 42 países participantes. No geral, o poliestireno, que não é reciclável na maioria dos locais, foi o tipo mais comum de plástico encontrado, seguido de perto pelo PET, um material usado em garrafas, recipientes e outras embalagens.
Apesar de não possuírem planos ou ações efetivas, que poderiam vir a salvar os animais e o planeta, essas megacorporações (e principalmente a Unilever) continuam usando um marketing voltado para o meio ambiente, mesmo ela sendo a responsável por destruir grande parte dele. A Unilever faz uso de greenwashing, como já citado anteriormente aqui nesse post, para lucrar e passar uma boa imagem aos consumidores em geral, e principalmente influenciar aquelas pessoas que não possuem conhecimento o suficiente sobre o que a empresa está destruindo e matando.
MARCAS QUE DÃO LUCRO PARA A UNILEVER:
Como já dito anteriormente, ao comprar produtos das marcas da Unilever (como a Seda, por exemplo), você também estará dando dinheiro para a Unilever e seu grupo empresarial. E para ajudar todos vocês a terem mais informação sobre todo esse grupo de empresas, confiram abaixo a lista com as marcas da Unilever mais famosas no Brasil atualmente, além da Seda (17/07/2019). Inclusive, muitas das marcas citadas abaixo, estão relacionadas com testes em animais diretamente, e mesmo se hipoteticamente não possuíssem qualquer relação com a Unilever, também não poderiam ser consideradas totalmente livres de exploração animal.

Marcas da Unilever: Ala, Alberto Balsam, Annapurna, Andrélon, Andy, Arisco, Aviance, Axe, Baltimor, Bamseline, Bango, Ben&Jerry’s, Beseda, Best Foods, Biotex, Block & White, Blueair, Bovril, Breeze, Breyers, Brilhante, Brooke Bond 3 Roses, Brooke Bond Taaza, Brooke Bond Taj Mahal, Bru, Brut, Buavita, Bushells, Cajoline, Caress, Carte D’Or, Chirat, Choysa, Cif, Citra, Clear, Clinic Plus, Closeup, Colman’s, Comfort, Conimex, Continental, Coral, Cornetto, Cremissimo, Cuñataí, Cup-a-Soup, Dawn, Degree, Domestos, Dove, Drive, Duschdas, Elle 18, Eskinol, Fair & Lovely, Fissan, Fofo, Folicuré, Fruttare, Glaxose-D, Glen Tea, Hamam, Hazeline, Hellmann’s, Hertog, Hourglass, Impulse, Inmarko, Jif, Joko Tea, Kalina, Kibon, Kissan, Klondike, Knorr, Knorrox, Kuner, Lakmé, Lan-Choo, Le Sancy, Lever 2000, Lever Ayush Therapy, Lifebuoy, Lipton, Liril, Love Beauty & Planet, Lusso, Lux, Lyons, McColin’s, Magnum, Maille, Malloa, Marmite, Matey, Mentadent, Mimosin, Mod’s Hair, Mondamin, Nevex, Nexxus, Noxzema, Omo, Organics, Pearl Dust, Pears, Pepsodent, Persil, Pfanni, PG tips, Ponds, Popsicle, Pot Noodle, Prodent, Pure Derm, Pure Leaf, Pureit, Q-Tips, Radiante, Rafhan, Rexona, Ri-K, Rin, Rinso, Robertsons, Robijn, Sariwangi, Savora, Seda, Signal, Simple, Skip, Solero, Suave, Sun, Sunil, Sunlight, Sunsilk, Super Pell, Surf, Surf Excel, Tatcha, Té club, TIGI, Timotei, Toni & Guy, TRESemmé, Truliva, Unox, Vaseline, Vasenol, Viennetta, Vim, Viso, Viss, Vivere, Vixal, VO5, Wall’s, Wheel, Wipol, Zhonghua e Zwitsal.
As principais marcas da Unilever comercializadas no Brasil são: Dove, Hellmann’s, Seda, Love Beauty & Planet, Ben&Jerry’s, Rexona, Omo, Brilhante, Closeup, Axe, Clear, Vasenol, Cif, Arisco, Ala, Comfort, Cornetto, Fofo, Fruttare, TRESemmé, Simple, Kibon, Knorr, Suave, Sun, Maizena, Lifebuoy, Lux, Magnum e Surf. Lembrando que são as PRINCIPAIS, não as únicas.
Por todas as empresas acima serem da Unilever, elas estão envolvidas, querendo ou não, com crueldade animal. Mesmo se caso alguma marca específica dela não comercializar na China, de qualquer forma elas estão envolvidas com exploração animal apenas por pertencerem ao grupo da Unilever, pois todo o dinheiro que você dá para as marcas da Unilever ao comprar seus produtos achando que são cruelty-free, também vai para o bolso dela por ela ser sua empresa-mãe (e que testa em animais).
Até o próximo post! Beijos.
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