ATENÇÃO 1: A lista completa de marcas que fazem parte do Conselho Deliberativo da ABIHPEC se encontra ao final desse post. Diversas pessoas usam como argumento o fato de que “quase todas as marcas de cosméticos/higiene existentes no Brasil possuem relação com a ABIHPEC, já que ela é a representante de tudo“. Porém, o foco aqui são as marcas que representam o CONSELHO DELIBERATIVO da ABIHPEC, onde existe votação e são tomadas as decisões, e não qualquer empresa existente.
ATENÇÃO 2: As marcas presentes no conselho deliberativo da ABIHPEC (lista ao final do post) votaram para que isso chegasse ao STF ou não. Algumas podem ter votado a favor e outras contra. O fato é que temos comprovações concretas e documentadas, informadas pela HSI (Humane Society International), de que apenas 3 (três) marcas foram contra a ação (informações e fonte no item abaixo). TODAS as marcas presentes no conselho deliberativo da ABIHPEC possuem marketing e posicionamento (na teoria) de ser “contra testes em animais“. Todas elas, literalmente, afirmam ser contra testes em animais. Então, quer dizer que nem uma delas votou a favor da ação? Como essa ação foi tomada se todas elas dizem ser contra isso? Tomaram essa ação mesmo todas sendo contra? Não faz sentido e a conta não fecha. Dessa forma, com comprovações concretas de que apenas 3 marcas entre 24 foram contra esse ato, o restante das marcas não serão apoiadas aqui apenas se baseando em afirmações nas redes sociais (o que todas elas estão fazendo).
(Atualização) ATENÇÃO 3: A HSI (Humane Society International - uma das maiores organizações em prol dos animais no mundo) informou em seu site oficial que apenas 3 empresas do Conselho Deliberativo (que possui 24) rejeitaram expressamente a ação da ABIHPEC por escrito, sendo elas: Natura, Baruel e Procter & Gamble, somente. O restante não respondeu a HSI ou negou estar fora da ação. Confira a informação no próprio site da HSI, clicando AQUI. Porém, vale lembrar que a Natura não é indicada aqui no blog por estar finalizando a compra da AVON (que testa em animais) e possuir ligação direta de lucros com ela (comprovações aqui), e a P&G (Procter & Gamble) não é indicada aqui também por decidir comercializar seus produtos na China, mesmo sabendo que animais serão mortos para que isso ocorra por conta da legislação de lá (comprovações aqui). Em relação a Baruel, ainda estamos tentando contato para ter mais informações sobre as práticas da empresa. De qualquer forma, as 3 marcas citadas, segundo a HSI, foram as únicas que comprovadamente votaram contra a ação cruel da ABIHPEC.
Em alguns estados do Brasil, sendo eles Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, testes em animais são proibidos na indústria de cosméticos. No restante dos estados, os testes em animais não são proibidos e continuam ocorrendo caso as empresas, seus fabricantes ou fornecedores assim quiserem. O fato é que esses 4 estados citados acima deram um passo gigante em relação aos direitos dos animais. É definitivamente incrível, afinal foi por isso que, nós, da causa animal, sempre lutamos.
Porém, em Novembro de 2018, publiquei um post aqui no blog divulgando a informação postada originalmente pelo Jornal Estadão (clique aqui para conferir a matéria original do Jornal Estadão), de que a ABIHPEC (sigla para Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), que possui como integrantes em seu Conselho Deliberativo diversas marcas de cosméticos brasileiras (lista abaixo), chegou até o STF (Supremo Tribunal Federal) tentando derrubar as essas poucas leis dos estados citados acima, que protegem animais de testes na indústria cosmética.
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Isso mesmo, você não leu errado: a ABIHPEC está querendo derrubar leis estaduais que já existem no Brasil que faz com que testes em animais sejam proibidos nesses locais. E irei trazer todas as informações para vocês sobre o assunto nesse post. IMPORTANTE: o número de empresas que formam o Conselho Deliberativo da ABIHPEC é de 24, e a lista está ao final desse post!
Até mesmo a organização HSI (Humane Society International) criticou duramente a iniciativa da ABIHPEC. A HSI se manifestou afirmando o seguinte: “Essa manobra cínica de declarar ser contra testes de cosméticos em animais e, ao mesmo tempo, fazer tudo para bloquear o progresso na esfera federal e derrubar leis conquistadas nos Estados revela o lado feio do setor cosmético”, diz o gerente de campanha da Humane Society International, Helder Constantino.
Clique aqui para conferir a matéria na íntegra.
A Humane Society International, em seu site oficial no Brasil (clique aqui para conferir na íntegra), afirma que: “Se as leis dos estados do Rio de Janeiro e do Amazonas forem julgadas inconstitucionais pelo STF, leis similares em São Paulo, Minas Gerais, Pará, Paraná e Mato Grosso do Sul poderão também ser consideradas inconstitucionais, o que significa que o uso de animais para testar cosméticos poderá ser reintroduzido nesses estados no futuro. A HSI ofereceu sua ajuda e sua perícia às equipes jurídicas das assembleias e dos governos do Rio de Janeiro e Amazonas para que se defendam contra essas ações. A HSI está confiante de que esse combate de retaguarda liderado pela indústria irá falhar à luz dos poderes conferidos pela Constituição aos estados em questões ambientais.”
Segundo o Jornal Estadão, a ABIHPEC ainda afirmou que: “O setor de higiene pessoal perfumaria e cosméticos (HPPC) é responsável pela entrega de produtos que prezem pela proteção da saúde da população. Em relação à realização de testes em animais pelas indústrias do setor, a ABIHPEC esclarece que o setor já defende a não necessidade de testar o PRODUTO FINAL utilizando animais.”
Percebam que a ABIHPEC defende a não necessidade de testar o PRODUTO FINAL em animais, entretanto sabemos que testes em sua maioria não ocorrem nos produtos finais, mas sim nas matérias-primas dos produtos, antes de chegar ao produto final. Mais uma afirmação suja dessa associação, afinal já existem alternativas suficientes para que testes em animais não sejam mais considerados necessários, até mesmo nas matérias-primas dos produtos (diferente do que a ABIHPEC faz parecer).
O portal oficial de notícias do STF inclusive fez uma postagem (clique aqui para conferir na íntegra) sobre o tema e abordou os argumentos utilizados pela ABIHPEC. Confira abaixo a postagem publicada:
Clique aqui para conferir a matéria na íntegra.
A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) está questionando leis dos Estados do Rio de Janeiro e do Amazonas que proíbem a utilização de animais para desenvolvimento, experimento e teste de produtos cosméticos, de higiene pessoal, perfumes, limpeza e seus componentes. A entidade ajuizou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 5995 e 5996 pedindo a declaração da inconstitucionalidade dos dispositivos atacados em cada uma delas.
Nas duas ações, a associação afirma que já se posicionou expressamente contra testes em animais. Entretanto, defende a necessidade de garantir a segurança jurídica às empresas que operam no setor. Entre outros pontos, sustenta que a Lei Federal 11.794/2008 não só permitiu a conduta como também estabeleceu os procedimentos necessários para o uso científico de animais. Argumenta ainda que as normas estaduais incorrem em inconstitucionalidade formal por violação das regras de competência legislativa da União previstas nos artigos 22, inciso I, e 24, incisos V, VI e parágrafos 1º a 4º da Constituição Federal.
Na ADI 5995, a associação ataca a integralidade do artigo 1º da Lei 7.814/2017 do Rio de Janeiro que proíbe não apenas o uso de animais para testes, mas também a comercialização de produtos derivados da realização de testes em animais. A ação ainda questiona o artigo 4º da lei fluminense, segundo o qual a indústria deverá indicar nos rótulos de seus produtos que, de acordo com a lei estadual, não foram realizados testes em animais para a sua elaboração.
Segundo a entidade, a lei fluminense usurpou a competência da União para estabelecer normas gerais sobre fauna, conservação da natureza e proteção do meio ambiente e também sobre produção e consumo e direito civil e comercial. O relator da ADI 5995 é o ministro Gilmar Mendes, que adotou o artigo 12 da Lei 9.868/1999 para dispensar a análise da liminar e levar a ação para julgamento definitivo pelo Plenário.
A ABIHPEC, ainda afirmou para o Jornal Estadão que “o objetivo (…) não é questionar nem discutir a necessidade dos testes em animais. mas, tão somente, preservar a ordem legal e a competência legislativa federal para legislar sobre esse importante assunto, buscando desse modo a adequada segurança jurídica para todas as empresas do setor“.
Como vocês podem ver, os argumentos da ABIHPEC para que essas leis sejam derrubadas são diversos, desde inconstitucionalidade dessas leis estaduais (o que não são), vontade de garantir uma suposta “segurança jurídica” às empresas de cosméticos, até o argumento de que leis federais AUTORIZAM testes em animais, “então por que estados querem proibir?”. A cara de pau é imensa e vontade de explorar animais é imensa, realmente.
Clique aqui para conferir a matéria na íntegra.
O presidente da Comissão de Estudos de Processo Constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)/RJ, Rodrigo Brandão, explica que as ações da ABIHPEC se amparam na deliberação de que é competência das leis federais determinar normas gerais sobre a fauna e cabe à legislação estadual definições mais específicas. Rodrigo afirma o seguinte: “Como já existe uma norma geral federal, a princípio a decisão deve ser pela inconstitucionalidade das leis estaduais. Exceto, se ficar comprovado que a legislação federal não protege adequadamente os animais”, afirma Brandão.
E a questão é: desde quando a legislação federal protege adequadamente os animais? É notório que isso não ocorre. Além do fato da associação utilizar outros argumentos, como mostrados acima, totalmente contrários a causa animal, para que essas leis que protegem os animais sejam questionadas.
Lista de marcas que fazem parte do Conselho Deliberativo da ABIHPEC:
Fonte: site oficial da ABIHPEC (clique aqui para conferir).
Observação: além de citar apenas cada empresa que faz parte do conselho deliberativo da ABIHPEC, mencionei também marcas relacionadas a ela. Afinal, como vegana abolicionista, não indico aqui no blog nenhuma marca que possua algum tipo de relação financeira com outra empresa que esteja envolvida com qualquer exploração animal.
- Presidente:
1. Grupo Boticário
Lista de marcas fazem parte do Grupo Boticário: Vult, Quem Disse, Berenice?, The Beauty Box e Eudora
- Vice-Presidente:
2. Johnson & Johnson
Lista de marcas que fazem parte da Johnson & Johnson: o.b, Sundown, Band-Aid, Hipoglos, OGX, Listerine, RoC, SempreLivre, Neutrogena, NeoStrata, Carefree, Reactine, Aveeno, Acuvue, Johnson’s, Benalet, Clean & Clear, Cotonetes, Nicorette, Desitin - essas são as principais vendidas no Brasil, porém fora daqui, existem mais.
- Conselheiros:
3. Lipson
4. Cless - Fazem parte da Cless as seguintes marcas: Salon Opus, Bigen, Baby Poppy, Bax, Careliss, Charming, Essenza, Lightner e Toilet Íntima
5. Mary Kay
6. Avon
7. Baruel - Fazem parte da Baruel as seguintes marcas: Tenys Pé, Turma da Xuxinha, Disney Frozen da Baruel
8. Unilever Brasil - As principais marcas da Unilever comercializadas no Brasil são: Dove, Hellmann’s, Ben&Jerry’s, Seda, Rexona, Omo, Brilhante, Closeup, Axe, Clear, Vasenol, Cif, Arisco, Ala, Comfort, Cornetto, Fofo, Fruttare, TRESemmé, Simple, Kibon, Knorr, Suave, Sun, Maizena, Lifebuoy, Lux, Magnum e Surf. Lembrando que são as principais, não as únicas. Clique aqui para conferir a lista completa de marcas da Unilever, fora do Brasil também;
9. Phisália - Fazem parte da Phisália as seguintes marcas: Lukinha, SOULinda, Trá Lá Lá e Transformers (produtos de higiene);
10. Reckitt Benckiser - Fazem parte da Reckitt Benckiser as seguintes marcas: Amopé, Dermodex, Dettol, Durex, Naldecon, Strepsils, Veet, Air Wick, Destac, Finish, Harpic, Jontex, Lovetex, Mortein, Nugget, Olla, Poliflor, SBP, Vanish, Veja e Woolite;
11. Procter & Gamble (P&G) - Fazem parte da P&G as seguintes marcas: Aussie, Ariel, Head & Shoulders, Pantene, Gillette, Oral-B, Always, Pampers, Bounty, Charmin, Dodot, Luvs, Naturella, Puffs, Tampax, Herbal Essences, Ivory, Olay, Old Spice, Rejoice, Safeguard, Secret, SK-II, Salvo, Febreze, Downy, Tide, e muito mais. Clique aqui para conferir a lista completa de marcas da P&G, fora do Brasil também;
12. L’Occitane - Fazem parte da L’Occitane as seguintes marcas: Melvita, LimeLife, erborian e ELEMIS.
13. Jequiti
14. Yamá - Fazem parte da Yamá as seguintes marcas: Yamasterol, Yamafix, Professional Color, Fashion Color e DekapColor.
15. Nivea - A Nivea faz parte do grupo Beiersdorf, o qual também fazem parte as seguintes empresas: Eucerin, La Prairie, Labello, Hansaplast, Florena, 8×4 e Classics Cinema;
16. Mahogany
17. L’Oréal - As principais marcas da L’Oréal comercializadas no Brasil são: NYX, L’Oréal Paris, L’Oréal Elseve, Garnier, Maybelline, Niely e Colorama. Porém, não são todas. Para conferir a lista completa de marcas da L’Oréal, mesmo fora do Brasil, clique aqui.
18. Santher - Fazem parte da Santher as seguintes marcas: Sym, Personal, Snob, Kiss, Charme e Santepel;
19. Kimberly Clark Brasil - Fazem parte da Kimberly Clark as seguintes marcas: Scott, Huggies, Neve, Kleenex, Intimus e Plenitud;
20. Natura - Fazem parte da Natura as seguintes marcas: The Body Shop e Aesop,
21. Colgate - A Colgate possui relação direta com a Palmolive. As quais possuem as seguintes marcas: Sorriso, Ajax, Hill’s, Protex, Elmex, Ola e Pinho Sol;
22. Elza
23. Coty - As principais marcas da Coty comercializadas no Brasil são: Risqué, Monange, Wella, Biocolor, Bozzano, Sanifill, Paixão e Cenoura & Bronze. Para conferir a lista completa de marcas da Coty, clique aqui.
24. Hinode
Diversos países já proibiram testes em animais para cosméticos. É, de fato, algo facilmente substituível por outros métodos, como por exemplo testes em tecidos feitos a partir de células humanas, voluntários humanos, e diversos outros que não envolvem animais de forma alguma. Inclusive, na União Europeia, experimentos com animais para cosméticos foram totalmente proibidos por lei.
A reportagem do jornal Estadão tentou entrar em contato com as empresas Natura e o Grupo Boticário e solicitou entrevistas ou um posicionamento específico das empresas sobre as ações de inconstitucionalidade da ABIHPEC. Ambas as marcas afirmaram que não iriam se manifestar sobre o assunto.
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O Grupo Boticário e a Natura, inclusive, quando procurado pelo Jornal Estadão para fornecer um posicionamento, não quis se manifestar.
Clique aqui para conferir a matéria na íntegra.
A reportagem entrou em contato com as empresas Natura e o Grupo Boticário e solicitou entrevistas ou um posicionamento especifíco das empresas sobre as ações de incostitucionalidade da HABIHPEC. Ambas as marcas afirmaram que não iriam se manifestar sobre o assunto.“
Caso a ABIHPEC alcance seu objetivo, toda a luta da causa animal e do veganismo terá sido em vão. Iremos regredir novamente, enquanto diversos outros países já proibiram totalmente testes em animais na indústria cosmética.
Se posicionem contra esse absurdo. Boicotem marcas que apoiam esse tipo de exploração.
Não financie a exploração animal, considere o veganismo.
Até o próximo post!
Fontes:
Jornal Estadão, Portal Oficial de Notícias do STF e Site Oficial da Humane Society International (HSI).
Procurando por alguma marca?
Você sabia que aqui no AriVegan.com eu elaborei várias listas separando as marcas de acordo com as características, práticas e diretrizes (referente a testes em animais e qualquer outro tipo de exploração animal) fornecidas por cada uma delas?
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Vale lembrar que você também pode procurar pela sua marca favorita na lupa aqui do blog. É ainda mais fácil! 🔎
Não encontrou a marca que estava procurando em nenhuma das listas? Não deixe de me avisar pelas redes sociais para que eu possa verificar todas as informações sobre a marca que você procura também.
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Sempre tiro dúvidas e posto muitas informações.
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2 Comments
oi ari, suas listas são ótimas e nos ajudam muito. porém, fiquei com uma dúvida. na sua lista de marcas recomendadas 100% veganas está a avora cosmeticos. só que ela indica na página do facebook da marca que faz parte da ABIHPEC,. e você já usou esse argumento para desclassificar outras marcas da lista. como fica neste caso?
Olá, Silmara! Tudo bem?
A lista de marcas que fazem parte do Conselho Deliberativo da ABIHPEC está presente nesse post, são 24 empresas e a Avora não faz parte do conselho.
O fato é que grande parte das marcas de cosméticos em geral no Brasil possuem sim relação com a ABIHPEC, afinal essa associação representa as empresas da indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosmético no Brasil, mas não são todas que fazem parte do conselho pois somente 24 marcas fazem parte dele. E por que somente as marcas que estão no conselho são o nosso foco? Pois é no conselho de qualquer associação que existe votação e são tomadas as decisões, e não qualquer empresa existente relacionada a ABIHPEC.
Pra exemplificar: houve uma votação entre as empresas do conselho (que a lista está no post e são apenas 24 empresas), e entre essas 24, elas decidiram se iriam ingressar com o processo para derrubar as leis estaduais contra testes em animais ou não. Como explicado no post, a HSI (Humane Society International – uma das maiores organizações em prol dos animais no mundo) informou em seu site oficial que apenas 3 empresas do Conselho Deliberativo (que possui 24) rejeitaram expressamente a ação da ABIHPEC por escrito, sendo elas: Natura, Baruel e Procter & Gamble, somente. O restante não respondeu a HSI ou negou estar fora da ação. Portanto, como te disse, existe uma votação entre o conselho, e não qualquer empresa que seja representada pela associação. Por isso o foco é nas marcas do conselho que são as 24 citadas no post, e não em qualquer empresa com relação com a ABIHPEC.
No início do post dei uma explicada sobre isso. Qualquer dúvida, pode me mandar novas mensagens! Beijos.