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Natura testa em animais? Entenda as controvérsias da marca ao longo dos anos!
Cosméticos

Natura testa em animais? Entenda as controvérsias da marca ao longo dos anos!

A Natura é uma empresa brasileira de cosméticos e produtos de higiene. Após comprar as marcas Aesop e The Body Shop, a Natura formou em fevereiro de 2018 o grupo empresarial Natura & Co. Além disso, a Natura faz uso de um forte marketing de empresa amiga dos animais. Entretanto, será que hoje em dia ela é uma marca realmente cruelty-free? Vou explicar detalhadamente ao longo do post todo esse assunto, juntamente com as devidas comprovações.

Irei mencionar todas as informações obtidas ao longo dos anos referentes à Natura e a causa animal. Ao final do post, explicarei qual a situação da empresa atualmente, e o motivo pelo qual a Natura não é apoiada por grande parte dos veganos, nem por mim.

Vale lembrar que antes de qualquer marca ser incluída nas listas do AriVegan.com, é realizada toda uma pesquisa de informações detalhadas sobre os processos, diretrizes, fórmulas, fabricação e distribuição de cada uma delas através de comunicação direta. Como blogueira vegana, meu trabalho leva em consideração todas as informações possíveis que fariam uma marca estar envolvida com qualquer exploração animal. Aliás, muitas das informações que levo em consideração aqui, não são verificadas por organizações ou selos “veganos” e “cruelty-free”. E não basta apenas a palavra da marca, existe também investigação por trás de informações que as marcas talvez não nos contem. Diariamente trago comprovações sobre novas empresas e seus produtos.


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2006: Natura afirma ter parado com testes em animais:

Natura testa em animais? Entenda a tragetória da empresa em relação a essa prática!Declaração obtida a partir do site oficial da Natura. Clique aqui para conferir na íntegra.

“A Natura não realiza testes em animais desde 2006 e, para garantir a eficácia e a segurança dos produtos, investe constantemente em ciência, inovação, tecnologia e métodos alternativos, como a pele 3D. Conheça mais sobre essas tecnologias inovadoras e a história da Natura a favor da vida.”

No próprio site da Natura, como mostrado acima, é possível encontrar uma página específica que fala sobre a posição da empresa com testes em animais. Nessa declaração, a Natura afirma ter parado com testes em animais diretamente no ano de 2006. Entretanto, essa afirmação não é suficiente para que a marca possa ser considerada cruelty-free automaticamente. É sempre necessário também checar se há terceirização de testes para outros laboratórios, ou testes pelos fornecedores da empresa nas matérias-primas compradas (onde ocorrem grande parte dos testes em animais atualmente na indústria cosmética).

Afinal, várias empresas afirmam que elas próprias não testam em animais, e ao fazer essas declarações elas estão literalmente falando somente sobre elas próprias, ou seja, somente os testes que elas fazem. E isso não engloba os testes de terceiros que elas podem vir a solicitar, ou os testes feitos pelos fornecedores nos ingredientes que a empresa compra para colocar em seus produtos. Para uma marca ser de fato cruelty-free, é necessário checar todas essas informações, e também entender as práticas de qualquer outra empresa relacionada financeiramente com a marca em questão.



2015: E quanto aos seus fornecedores há alguns anos atrás?

Natura testa em animais? Entenda a tragetória da empresa em relação a essa prática!Declaração obtida a partir do site oficial da Natura. Clique aqui para conferir na íntegra.

“Desse modo, buscamos estimular o banimento de testes em animais entre nossos fornecedores e parceiros tecnológicos, inclusive em casos de desenvolvimento de produtos para outros clientes que não a Natura.”

Aproximadamente em 2015/2016, foi feita a declaração acima no site da Natura em relação aos seus fornecedores. O fato é que essa declaração também não foi suficiente para que pudéssemos considerar a empresa cruelty-free. Até porque para isso ocorrer, é necessário uma afirmação vinda da empresa que seja clara e direta em todos os sentidos possíveis sobre os seus fornecedores, e não foi isso que a Natura nos forneceu. Ela não afirmou que seus fornecedores não realizavam ou terceirizavam testes em animais nos ingredientes que ela comprava deles, apenas se posicionou como uma empresa que estaria estimulando seus fornecedores para que eles parassem de testar em animais, “inclusive“ (como ela mesma usa a palavra) para outras empresas que também fossem clientes deles.

A declaração acima nem de longe me faria considerar qualquer empresa como cruelty-free. É um dos principais requisitos aqui no blog que todas as empresas sejam objetivas e extremamente transparentes nas suas afirmações para que possam vir a ser consideradas livres de crueldade. Afinal, a maioria das empresas faz declarações evasivas ou que maquiam as informações passadas, para que aos olhos dos consumidores possam ser vistas como algo ok, quando na verdade não são nada ok.

Não há como ter absoluta certeza e confiança de que seus fornecedores estavam ou não estavam realizando ou terceirizando testes em animais nessa época. Quando não há informações completas e totalmente transparentes, não há como afirmar que qualquer produto/empresa é de fato cruelty-free, assim como o contrário também não. É uma situação complicada, afinal mais uma vez acabamos ficando sem informações completas nas declarações da Natura.



2013: Invasão no Instituto Royal + Natura cliente do Genotox Royal:

Em 2013, houve a invasão do laboratório Instituto Royal em São Roque/SP por denúncias de maus-tratos, onde eram realizados testes em animais. Toda a situação foi coberta pela mídia pois houve o resgate de cães da raça Beagle e roedores. Clique aqui e aqui para mais informações sobre o caso.

A Natura era cliente e terceirizava testes para uma das unidades desse instituto. Segundo a empresa, ela não era cliente da unidade onde houve a invasão e resgate dos Beagles (em São Roque), mas era cliente da unidade em Porto Alegre/RS, chamada Genotox Royal. Como mostrado no printscreen abaixo, é possível verificar nos comentários de uma das publicações da página oficial da Natura no Facebook ela própria explicando a situação. Para conferir o post e comentários na íntegra, clique aqui.

ATUALIZAÇÃO (11/11/2018): O post desse link por algum motivo foi APAGADO pela página da Natura! Vocês podem tentar entrar no link mas ele não irá funcionar mais.

Printscreen obtido a partir da página oficial da Natura no Facebook. Clique aqui para conferir na íntegra.

“Consumidora: Em 2013 teve o caso do Instituto Royal, a Natura foi citada na CPI do caso, desculpa Natura mas o vídeo bonitinho não é prova concreta, eu estou com a minha amiga, quero provas, caso contrario, boicoto.
Natura: Nunca contratamos testes em animais no Instituto Royal. O Instituto Royal era uma empresa constituída de duas unidades diferentes. Uma Unidade em São Roque, que conduzia testes regulatórios para o desenvolvimento de medicamentos, e uma Unidade em Porto Alegre, conhecida como Genotox Royal, que realizava exclusivamente testes in vitro, sem envolvimento de animais. Contratamos estudos in vitro na Unidade de Porto Alegre.”



2013: Genotox Royal utilizava células de roedores:

Alguns testes que apenas diminuem o uso de animais em experimentos, mas ainda os usam em alguma etapa, mesmo que indiretamente, são considerados “testes alternativos a testes com animais“. E isso, infelizmente, era o que ocorria no Genotox Royal.

Foi afirmado em uma matéria pelo Jornal Gaúcha ZH do Rio Grande do Sul em 2013, como mostrado abaixo, que eram usados na unidade de Porto Alegre, a qual a Natura era cliente, tecidos de roedores obtidos de animais mortos. Confira o printscreen da matéria:

Printscreen obtido a partir da página oficial do Jornal Gaúcha ZH. Clique aqui para conferir na íntegra.

“O laboratório trabalha com o cultivo de células justamente para substituir o uso de animais. Essa é a principal função dessa empresa.
A Genotox está incubada no CBiot há pelo menos seis anos, ressaltou o diretor da CBiot. O trabalho com o Instituto Royal é mais recente, e se foca em toxicidades. São utilizadas células de tumores humanos e tecidos de roedores, obtidos de animais mortos, por exemplo, e cultivadas. Na opinião de Fett, a substituição dos animais nos testes é uma missão árdua.
- É difícil porque a gente tem que comprovar que o teste alternativo funciona igual àquele com animais. Provar que eles são equivalentes demora um certo tempo. Existem protocolos que devem ser seguidos para comprovar, é uma pesquisa bastante pesada - afirma.”

Em minha opinião pessoal, testes que tenham qualquer relação com animais não deveriam ser chamados de testes sem animais ou testes alternativos a testes com animais. Afinal, um animal foi usado de alguma maneira para aquele teste ocorrer. Pode ter sim uma redução no uso, porém literalmente falando, um animal ainda foi usado, mesmo que indiretamente.

É notório também que, no caso acima, os tecidos certamente não foram obtidos de animais que viveram suas vidas livres em lares com amor e carinho, para só depois de uma morte natural seus tecidos terem sido usados. Se isso de fato ocorreu, eu realmente gostaria de saber.

Os testes que utilizavam tecidos de roedores eram de fato feitos para a Natura já que ela era cliente dessa unidade? Não há qualquer informação disponível pela empresa sobre isso, assim como também não há qualquer informação que as células usadas para os produtos da Natura eram exclusivamente de origem humana.

Esse é um tópico que pode dividir opiniões, afinal apenas reduzir o uso de animais pode ser suficiente e até algo positivo para alguns consumidores, já outros podem não querer utilizar produtos que foram usadas células cultivadas vindas de qualquer animal.



2016-2018: Natura patrocinando a SPFW:

Natura testa em animais? Entenda a trajetória da empresa em relação a essa prática!Printscreen obtido da página oficial da SPFW. Clique aqui para conferir na íntegra.

De 2016 até 2018 a Natura foi uma das patrocinadoras do evento de moda SPFW (São Paulo Fashion Week), onde são usadas diversas roupas feitas com peles de animais. Pode não ser um tópico que tenha relação com testes em animais, porém para muitos veganos patrocinar eventos que contribuam de qualquer forma com a exploração animal não é aceitável.

A Natura deixou de ser patrocinadora do evento em outubro de 2018. Porém, foi infeliz se dizer “amiga dos animais” há tanto tempo sem entender toda a exploração que acontece com eles atualmente. E ainda se envolver com um evento de moda rodeado dessa mesma exploração. Para mais informações sobre a SPFW e sua crueldade, clique aqui ou aqui.



2018: Selo da cruelty-free international:

Em 2018, a Natura obteve o selo The Leaping Bunny, concedido pela Cruelty Free International, uma das várias organizações pelo mundo que fornecem selos atualmente. Isso garante que: seus produtos e os seus ingredientes/matérias-primas não são testados em animais. O que é algo que pode ser ótimo, se caso você se contentar apenas com isso.

Porém, cada uma das organizações que concedem selos para marcas possuem requisitos diferentes antes de autorizarem o uso de seus selos. E nenhuma dessas organizações atualmente abrange todo o tipo de exploração ou todas as formas de financiar a crueldade animal. Clique aqui para conferir um post específico com os motivos pelos quais não devemos confiar em selos ou organizações cegamente.

2019: compra da AVON + Natura quer ir para a china:

Natura testa em animais? Entenda a trajetória da empresa em relação a essa prática!Notícia obtida a partir da Época Negócios. Clique aqui para conferir na íntegra.

“Natura confirma compra da Avon e se torna quarta maior empresa de beleza do mundo
Junto com Avon, Natura deve ter faturamento anual superior a US$ 10 bilhões e mais de 40 mil colaboradores em todo o mundo.”



Para uma empresa ser considerada totalmente cruelty-free aqui no AriVegan.com e por grande parte dos veganos, e poder ter qualquer um de seus produtos considerado como apto para nosso consumo, é necessário que ela não faça parte de um grupo empresarial com outras empresas que tenham qualquer relação com exploração animal.

Isso ocorre pois quando empresas fazem parte do mesmo grupo empresarial, existe uma relação de lucros entre elas. Sendo assim, o dinheiro que você dá em um produto de uma dessas marcas, estará beneficiando o bolso de outras que tenham relação com ela também (e, dessa forma, você poderia estar dando dinheiro indiretamente para empresas que testam em animais, e nem iria imaginar que isso estivesse acontecendo). E é por esse motivo que a Natura está sendo boicotada por vários veganos atualmente, e por mim também.

A partir de maio de 2019, passaram a sair notícias por toda a mídia de que a Natura estaria confirmando a compra da marca AVON. A AVON, por sua vez, realiza testes em animais por ter decidido comercializar há mais de 7 anos seus produtos em países que requerem essa prática para venda, nesse caso, a China. E para quem está otimista achando que a Natura irá tirar a AVON da China (acreditem, eu também estava), confiram mais abaixo algumas declarações da Natura bem diferentes disso.

Vale ressaltar que nenhuma marca que teste em animais na China pode ser considerada cruelty-free, portanto a AVON não é uma empresa livre de crueldade. Para conferir todas as comprovações em relação aos testes da AVON, clique aqui.

Natura testa em animais? Entenda a trajetória da empresa em relação a essa prática!Notícia obtida a partir da Folha de S.Paulo. Clique aqui para conferir na íntegra.

“Natura diz que Avon está alinhada sobre não fazer testes em animais
Avon afirma ter banido testes em 1989, mas exceto quando exigidos por legislações locais.”

Quando questionada sobre a AVON, a Natura teve a coragem de dizer que a AVON está alinhada sobre “não testar em animais”. Sendo que até mesmo a própria matéria deixa claro que a AVON de fato possui envolvimento com testes em animais em locais que a legislação assim obriga. Ou seja, ela não está de forma alguma alinhada com não testar em animais como a Natura afirma.



Natura testa em animais? Entenda a trajetória da empresa em relação a essa prática!Notícia obtida a partir da Folha de S.Paulo. Clique aqui para conferir na íntegra.

“Em entrevista para grupo de jornalistas sobre a aquisição da Avon pela Natura, Roberto Marques, presidente executivo do Conselho da Natura &Co, disse que as duas companhias têm posições semelhantes sobre o compromisso de não usar animais em testes de produtos. Questionado sobre a prática da Avon em mercados como o chinês, Marques, afirmou que as duas empresas são contrárias à prática.”Eles não mantém o controle em alguns mercados, mas estão alinhados a nossa política de não realizar testes em animais.“”

A Natura também afirmou que a AVON é “contra testes em animais”. Entretanto, não há como ser contra uma prática, e praticar ela. Além disso, a AVON, de fato, não possui controle sobre os mercados de certas regiões, como afirmado acima, mas possui controle de quais países ela vai vender seus produtos ou não. Diversas empresas deixam de vender na China por conta desses testes, e essas empresas sim podem ser consideradas contra testes em animais, a AVON não pode.

A Natura defender a AVON não condiz com o marketing de suposta “amiga dos animais” que ela carrega. Os animais mortos por mais de 7 anos para que a AVON venda seus produtos na China não são seus amigos?
⁣⁣
Se a AVON fosse realmente contra testes em animais, ela não assinaria documentos do governo chinês tendo ciência de que animais são mortos para seus produtos sejam vendidos lá por anos. E pelo fato de passar a ter uma relação financeira direta com outra empresa que testa em animais, a Natura não será indicada por aqui.

Natura testa em animais? Entenda a trajetória da empresa em relação a essa prática!Notícia obtida a partir da Valor Investe. Clique aqui para conferir na íntegra.

“Negócio da China: Natura &Co quer ampliar vendas na Ásia Turquia e África do Sul também estão na mira da nova empresa após compra da Avon pela Natura
A Natura (NATU3) espera alcançar novos mercados, como China, Turquia e África do Sul após o acordo para a compra da rival Avon Products. Com forte presença de consultoras nos Estados Unidos, a Avon naturalmente abre caminho para a Natura no mercado americano, mas os planos vão bem além disso.
Roberto Marques, presidente executivo do conselho da holding Natura &Co, contou a jornalistas em teleconferência que a intenção da nova empresa é explorar o imenso mercado chinês e outros países no sul da Ásia após a transação, que está prevista para ser concluída em 2020.”



Muitos consumidores estavam esperançosos que a Natura pudesse tirar a AVON da China, e talvez passasse a mudar a marca para que ela se tornasse cruelty-free no futuro. Entretanto, até o momento não há qualquer informação nesse sentido, apenas notícias bem contrários a isso.

Assim como mostrado acima, após a compra da AVON, a Natura aparentemente também quer alcançar o mercado chinês, e essa afirmação foi feita pelo próprio presidente executivo do conselho da holding Natura & Co.

De qualquer forma, pela Natura estar começando a fazer parte de um grupo empresarial com outra marca que testa em animais (AVON), ela não será indicada aqui no blog como totalmente cruelty-free, tampouco como vegana. A marca está incluída atualmente na lista de marcas para evitar (clique aqui para conferir a lista completa). E para conferir todos os requisitos levados em consideração antes de uma marca ser incluída como cruelty-free ou vegana no AriVegan.com, clique aqui.

Até o próximo post! Beijos.

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Você sabia que aqui no AriVegan.com eu elaborei várias listas separando as marcas de acordo com as características, práticas e diretrizes (referente a testes em animais e qualquer outro tipo de exploração animal) fornecidas por cada uma delas?

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Ariane Ficher, 22 anos, vegana abolicionista, blogueira e gaúcha. Sempre foi apaixonada por maquiagem, e após se tornar vegana decidiu agir e mostrar ao mundo toda a exploração animal na indústria da beleza.

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1 Comment

  • Márcia Caetano disse:
    às

    Oi, Ari,
    Vc sabia que o dono da natura é pecuarista? Pois é. Por essas e outras eu nunca mais comprei nada da natura e sempre que posso tento falar sobre isso com outras pessoas, infelizmente, porém, a imensa maioria não se importa com os pobres e inocentes animais e o que eles realmente desejam é usar o que quiserem e, eventualmente, pagarem menos por isso. Triste!

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