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O que significa o termo “cruelty-free”? Entenda por que você não deve confiar nele
Cosméticos

O que significa o termo “cruelty-free”? Entenda por que você não deve confiar nele

O significado do termo “cruelty-free“, em português, é “livre de crueldade”. Se trata de um termo que deveria (mas não é) ser utilizado somente em produtos/marcas que não possuem qualquer envolvimento com testes em animais (seja pela própria marca, por laboratórios terceirizados, pelo fabricante do produto e pelos fornecedores de seus ingredientes). Entretanto, infelizmente, várias empresas utilizam esse termo de forma arbitrária, mesmo que, na grande maioria das vezes, os ingredientes de seus produtos tenham sido testados em animais por seus fornecedores ou a empresa paga para um laboratório realizar testes em animais no seu lugar (terceirização).

Além disso, utilizar um produto “cruelty-free” (mesmo que realmente seja “cruelty-free“), não quer dizer que você não esteja financiando a exploração animal de outras maneiras.

Nesse post vamos entender a irresponsabilidade que envolve o termo “cruelty-free”, e que se multiplica em diversos outros problemas chamados selos cruelty-free concedidos por organizações.


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Como não existe um selo oficial e único concedido por lei que garanta que determinado produto não tenha sido testado em animais, organizações como a PEA, Cruelty-Free International ou a PETA desenvolveram seus próprios mecanismos de identificar empresas que supostamente produzem cosméticos sem o uso de cobaias, sendo um deles o selo “cruelty-free“.

Diferentes organizações possuem diferentes requisitos para conceder selos cruelty-free, e o fato de não levarem toda a crueldade animal que realmente envolve a fabricação de um produto em consideração, é um dos maiores problemas quando falamos sobre selos, pois, no fim, eles acabam induzindo o consumidor ao erro. Por exemplo, a organização PEA cita uma lista com diversas marcas supostamente “cruelty-free” e que utilizam seu selo, entretanto várias dessas marcas estão envolvidas com testes em animais por seus fornecedores como comprovado aqui no blog (exemplos de algumas dessas marcas citei mais abaixo).

E além dos selos concedidos legalmente e fiscalizados por essas organizações citadas, também existem selos feitos e usados pelas próprias marcas dos produtos de forma arbitrária. O fato é que nessa segunda situação, não há fiscalização alguma por nenhuma organização. Ou seja, selos de fato fiscalizados pelas organizações já não são totalmente confiáveis, quem dirá selos feitos e utilizados pelas marcas sem nenhuma fiscalização? Inclusive, muitas vezes as marcas de cosméticos pegam o mesmo selo/logo/desenho das organizações e utilizam em seus produtos, mesmo sem qualquer autorização dos proprietários dos selos (organizações). Um exemplo recente de uma marca utilizando um selo cruelty-free de duas ONGs sem autorização legal é a Ruby Rose (clique aqui para conferir o post completo).

Exemplos de algumas marcas que tentam enganar os consumidores com selos cruelty-free:

  • Dove: clique aqui para conferir o post sobre a marca.
  • Amend: clique aqui para conferir o post sobre a marca.
  • Dermage: clique aqui para conferir o post sobre a marca.
  • Magic Color: clique aqui para conferir o post sobre a marca.
  • D’agua Natural: clique aqui para conferir o post sobre a marca.
  • Ruby Rose (usa selo de ONGs sem autorização): clique aqui para conferir o post sobre a marca.

Então não pense que apenas pelo fato de um produto/marca possuir um selo cruelty-free, que seja realmente cruelty-free. Atualmente, as empresas de cosméticos estão sedentas por lucro em cima de um marketing envolvendo direitos dos animais, por isso, não se deixe enganar.

Sugestão de leitura:

Nunca confie em selos veganos e cruelty free: entenda os motivos!

Clique aqui para conferir o post completo.



Em algumas organizações, muitas vezes não há certificação de empresas e sim de PRODUTOS ou ingredientes não testados em animais. Se a empresa não testar um de seus produtos, ou nenhum ingrediente que forme ele exclusivamente, poderá ter um selo cruelty-free para o produto em questão, mesmo que a empresa seja responsável por um verdadeiro holocausto animal referente ao restante dos produtos presentes em seu portfólio, seja por testes realizados diretamente pela empresa, pelos seus fornecedores ou até mesmo terceiros pagos pela empresa.

Como produtos com selo cruelty-free são produzidos a partir de exploração animal?

Em todas as organizações que concedem selos cruelty-free, não há nenhuma restrição quanto a presença de ingredientes de origem animal no produto. Por exemplo, um cosmético que possua pelos/penas de animais, gordura animal (extraída após assassinato) e centenas de outros componentes de origem animal em sua composição, poderia ser classificado como “cruelty-free” (livre de crueldade). Por isso, como blogueira vegana, não recomendo produtos exclusivamente cruelty-free, recomendo apenas produtos veganos (que também são livres de outros tipos de exploração animal, como por exemplo, ingredientes oriundos de animais).

Sugestão de leitura:

Qual a diferença entre produtos “veganos” X “cruelty-free”?

Clique aqui para conferir o post completo.



Selos cruelty-free se baseiam única e somente a testes em animais, e não levam em consideração outros tipos de exploração animal que uma marca/produto pode estar envolvido. Sendo assim, será mesmo que um produto que recebe o selo “cruelty-free”, e que contém partes do corpo de um animal em sua composição, é realmente livre de crueldade animal como sugere o termo?

Selos cruelty-free acabam sendo uma hipocrisia imensa quando lembramos da composição do produto e de outros fatores envolvendo políticas das empresas. Afinal, o termo “cruelty-free” significa, literalmente, “sem crueldade”, mas limitam essa crueldade somente aos testes em animais e não a composição do produto ou outras questões. Mesmo a composição de um produto resultando em crueldade animal e mortes, o produto pode ganhar o selo “livre de crueldade”.

Sugestão de leitura:

O que são ingredientes de origem animal?

Saiba como seu cosmético pode conter partes do corpo de animais, clique aqui.



Tem dúvida sobre alguma marca em específico? Me manda direct no Instagram @ariveganbeauty. Vou adorar te ajudar!

Não financie a exploração animal, considere o veganismo.

Até o próximo post. Beijos!

Lista de marcas veganas (que não realizam testes em animais) nacionais!


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Ariane Ficher, 21 anos, vegana abolicionista, blogueira e gaúcha. Sempre foi apaixonada por maquiagem, e após se tornar vegana decidiu agir e mostrar ao mundo toda a exploração animal na indústria da beleza.

Aqui você encontrará informações diárias sobre cosméticos veganos e livres de exploração animal, e também atualizações sobre quais marcas ainda insistem em explorar animais. Esse não é apenas um blog de cosméticos veganos, é uma luta pela libertação animal.

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