A Herbal Essences é uma marca de produtos capilares que possui como empresa-mãe a P&G (Procter and Gamble), juntamente com diversas outras marcas (lista completa ao final do post). E apesar de muitos sequer imaginarem, a Herbal Essences infelizmente não pode ser considerada totalmente livre testes em animais em seus próprios produtos, sendo assim não é cruelty-free ou vegana.
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Mesmo se hipoteticamente a própria Herbal Essences fosse totalmente cruelty-free (o que não é o caso), seu grupo empresarial e sua empresa-mãe, P&G, também possuem envolvimento com testes em animais, e pelo lucro da Herbal Essences ser também lucro de seu grupo, não seria correto nem seguro declarar que ela pudesse ser livre de exploração animal. Além disso, a P&G está entre as 10 maiores poluidoras do planeta, o que causa a morte cruel de diversas espécies, e claro, leva também para a destruição do meio ambiente. Confiram todas as comprovações abaixo.
E como substituir a Herbal Essences? Lista de marcas veganas e cruelty-free (livre de testes em animais): Antes de qualquer marca ser incluída nas listas do AriVegan.com, é realizada toda uma pesquisa de informações detalhadas sobre os processos, diretrizes, fórmulas, fabricação e distribuição de cada uma delas através de comunicação direta. Como blogueira vegana, meu trabalho leva em consideração todas as informações possíveis que fariam uma marca estar envolvida com qualquer exploração animal. Aliás, muitas das informações que levo em consideração aqui, não são verificadas por organizações ou selos “veganos” e “cruelty-free”. E não basta apenas a palavra da marca, existe também investigação por trás de informações que as marcas talvez não nos contem. Diariamente trago comprovações sobre novas empresas e seus produtos.
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Herbal Essences vende na china + pré-comercialização:
“Olá! Sim, nossos produtos são vendidos na China, no entanto, nós produzimos todos os produtos localmente na China para evitar testes em animais pré-comercialização.”
A Herbal Essences afirma acima, em sua resposta diretamente para mim na página do Facebook oficial da empresa, que continua comercializando seus produtos China, apesar de alegar utilizar métodos de fabricação e venda que a lei de testes em animais pré-comercialização não abrange mais (porém isso não a torna cruelty-free, bem pelo contrário).
Para quem ainda não sabe como a legislação da China funciona, testes em animais para alguns tipos de cosméticos são obrigatórios por lei na China na pré-comercialização (antes dos produtos entrarem no mercado). Entretanto, em 2014 houve uma pequena mudança na legislação, e desde lá, existem alguns tipos de produtos que são exceção a esses testes antes de entrarem no mercado, e são esses produtos que a Herbal Essences está vendendo por lá. Porém, a Herbal Essences acaba omitindo informações de extrema importância para os seus consumidores, e que facilmente fazem ela perder o seu status de marca cruelty-free, e explicarei o motivo.
Mesmo que a lei não obrigue testes em animais para absolutamente todos os tipos de cosméticos antes de entrarem no mercado (pré-comercialização), e a Herbal Essences esteja passando por essa primeira etapa sem testes em animais, o governo chinês pode testar literalmente qualquer cosmético em animais quando bem entender nas regulamentações de testes pós-comercialização (quando eles já estão nas prateleiras). Após falar com especialistas em leis chinesas, fica claro que não é possível para uma marca de beleza vender na China sem colocar seus produtos em risco de testes em animais após a comercialização. (Créditos ao blog americano Cruelty-Free Kitty pela informação, e a Humane Society International, como mostrado mais abaixo)
Mas o que são os testes pós-comercialização exatamente? Se o governo chinês quiser, ele pode tirar produtos das prateleiras (veja bem, PÓS-comercialização) e testar em animais. Isso se caso houver alguma preocupação em relação a qualidade/eficácia do produto final. PÓS = DEPOIS. Só ocorre depois de o produto já estar pronto e sendo vendido. Além disso, o governo chinês não precisa pedir permissão da empresa para testar o produto em animais.
Testes em animais pós-comercialização ainda ocorrem?
Infelizmente, sim. As empresas constantemente fazem afirmações omissas em relação a pós-comercialização na China, sejam afirmando que testes pós-comercialização não ocorrem mais em animais, ou que eles sequer são feitos atualmente. Porém, confiram abaixo a comprovação atualizada para 2019 de que testes pós-comercialização ainda podem ocorrer em animais na China, vinda de uma das maiores organizações de direitos dos animais no planeta, a HSI (Humane Society International).


Declaração obtida a partir do Twitter oficial da HSI. Clique aqui para conferir na íntegra.
“A manchete é enganosa, isso é encorajador, mas ainda não é uma garantia de que nenhum teste em animais ocorrerá novamente na pós-comercialização, e testes em animais na pré-comercialização para cosméticos importados permanecem como antes. Então, o que mudou? China lançou recentemente pela primeira vez o seu plano de teste pós-comercialização, e revela que nenhum teste em animal é listado para a vigilância pós-comercialização de rotina. No entanto, no caso de testes não rotineiros, por exemplo: uma reclamação do consumidor sobre um produto, a menos que/até que as autoridades aceitem testes modernos com o não uso de testes de irritação de olhos/pele de animais, e invista em infra-estrutura local para usar esses testes, o teste em animais ainda pode ser o padrão. Testes pré-comercialização de cosméticos para animais na China para importações estrangeiras e produtos de uso especial permanecem inalterados.”
A declaração acima, feita pela HSI em seu Twitter oficial, foi publicada em março desse ano, quando foram lançadas diversas notícias falsas de que a China havia banido testes em animais completamente, quando na realidade, o que mudou foi apenas a rotina de testes pós-comercialização. Entretanto, essa declaração serve também como argumento para esse caso da Herbal Essences. Afinal, a própria HSI deixa claro que testes em animais ainda podem sim ocorrer na pós-comercialização caso exista a reclamação de um consumidor, por exemplo, indo no sentido contrário da informação enganosa que a Herbal Essences tenta passar como marca cruelty-free (só levando em consideração a pré-comercialização).
☑ Lembrando que explico e mostro comprovações sobre todo esse assunto envolvendo a legislação chinesa e como ela funciona, no post específico sobre os testes em animais na China, que você pode conferir clicando aqui.
Se existe qualquer mínima chance de um produto ser testado em animais, nem o produto, nem a marca dele, deveriam usar o termo “cruelty-free”. Afinal, esse termo se refere somente a marcas que são totalmente livres de testes com absoluta certeza e garantia. Não há espaço para possibilidades do que vai ocorrer. Se existe qualquer chance de algum animal ser morto, não é cruelty-free. Não podemos confiar apenas na esperança disso não ocorrer, afinal a vida dos animais que está em jogo. O status cruelty-free não deve ser relativizado dessa maneira. Inclusive, diversas marcas de cosméticos faziam o mesmo que a Herbal Essences e se consideravam “livre de testes em animais”. Entretanto, para não arriscarem perder o status cruelty-free, essas mesmas marcas pararam totalmente de comercializar na China por conta da chance de testes em animais na pós-comercialização.
E isso nos mostra (mais uma vez) que nunca devemos confiar somente em selos de produtos ou somente na palavra das empresas (sem investigar antes). Por isso, elaborei um post aqui no blog falando somente sobre selos e certificações, e os motivos pelos quais não devemos confiar cegamente neles ou em organizações, clique aqui para conferir.
P&G (proprietária da Herbal Essences) testa em animais:
Declaração obtida a partir do site oficial da P&G. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Na P&G, acreditamos que eliminar o teste em animais é a coisa certa a ser feita. Em todo o mundo, não testamos nossos produtos ou ingredientes em animais a menos que exigido por lei. Estamos trabalhando duro para torná-lo obsoleto. Portanto, investimos mais de US$ 410 milhões no desenvolvimento de métodos de testes alternativos (não feitos em animais) e obter aceitação dos reguladores em todo o mundo. Hoje, usamos mais de 50 alternativas (não-animais), metade das quais foram inventadas ou co-inventadas pela P&G. Continuaremos a trabalhar com os melhores especialistas independentes do mundo e fazer parcerias com grupos de proteção animal, como a Humane Society of the U.S., para promover novas pesquisas alternativas e aceitação regulatória de alternativas existentes. Esta é a única forma de eliminar os testes em animais globalmente. Saiba mais sobre nossos esforços:”
A multinacional P&G, empresa-mãe da Herbal Essences, também comercializa diversas outras marcas de seu grupo empresarial na China, e a maioria delas sequer passa pela pré-comercialização sem testar em animais. A seguinte declaração: “não testamos produtos ou ingredientes em animais a menos que exigido por lei” quer dizer que a China é um dos países que a P&G comercializa várias de suas marcas (como comprovado detalhadamente mais abaixo). Portanto, já que a P&G optou por decisão própria comercializar no país, seus produtos terão que passar por testes em animais, inclusive na pré-comercialização, pois grande parte das suas marcas nem tenta desviar dos testes antes de entrarem no mercado, como a Herbal Essences faz.
A P&G ainda declara que fazer o que ela faz “é a única forma de eliminar os testes em animais“, o que não é totalmente verdade. De fato, é necessário a ajuda de especialistas para que testes em animais tenham fim, o que a P&G já tem, assim como qualquer multinacional gigante que domina as prateleiras dos mercados de todo o planeta. Todavia, não é necessário participar da crueldade dos países que obrigam testes em animais para ajudar a colocar um fim nesses mesmos testes. A P&G é uma das maiores empresas do mundo, ela não precisa vender seus produtos na China, e consequentemente matar milhares de animais, para fazer com que o país melhore sua estrutura e práticas. Ela tem recursos, dinheiro e poder o suficiente, e poderia facilmente ajudar a China a evoluir sem comercializar seus produtos por lá, ou seja, sem participar da tortura e morte de qualquer animal.
A hipocrisia da Procter and Gamble:
Declaração obtida a partir do site oficial da P&G. Clique aqui para conferir na íntegra.
“A P&G usa parceiros de negócios externos para conduzir testes em animais para produtos da P&G?
Eliminar os testes em animais é a coisa certa a se fazer e não solicitamos que parceiros de negócios testem produtos da P&G em nosso nome.”
A P&G afirma na declaração acima que “não solicita que parceiros de negócios testem produtos da P&G em seu nome“, entretanto todas as marcas presentes na China autorizam por escrito tudo o que o governo irá fazer. E a P&G assinar documentos compreendendo que vidas de animais serão tiradas com essa decisão, é ter envolvimento com essas mortes. A maior responsável pelos testes em seus produtos é a própria P&G, ou qualquer outra marca que comercialize na China. Afinal, elas possuem a opção de não autorizar isso, e de saírem de lá.
A empresa afirmar que não requer que outros testem nos seus produtos é uma hipocrisia. Ela não solicita que “parceiros de negócios” testem seus produtos em animais, mas autoriza diretamente que autoridades de um país façam exatamente a mesma coisa.
A P&G também afirma que “eliminar testes em animais é a coisa certa a se fazer“, sendo assim por qual motivo ela mesma permite formalmente que certos governos pratiquem o que na sua declaração deveria ser eliminado?
Mais tentativas de enganar os consumidores:
Declaração obtida a partir do site oficial da P&G. Clique aqui para conferir na íntegra.
“A P&G testa produtos na China?
Na China, as autoridades regulatórias realizam testes em animais a seu próprio critério sem o envolvimento do fabricante. Esses testes são cientificamente desnecessários. Por isso estamos trabalhando em proximidade com especialistas internacionais e autoridades chinesas sobre avaliações de segurança usando testes não-animais. Como resultado de todo esse esforço, as autoridades chinesas anunciaram recentemente a aceitação de avaliações de segurança não-animal para uma ampla variedade de produtos. Continuaremos a trabalhar com as autoridades na aceitação de alternativas não-animais, na China e globalmente.”
A P&G afirma que na China o governo realiza testes em animais “sem o envolvimento do fabricante“, o que não é verdade! Como já explicado, as empresas precisam autorizar, assinar documentos e mostrarem total ciência sobre os testes em animais que irão ocorrer em seus produtos. Consequentemente, todas elas possuem conhecimento sobre a morte de milhares de animais que irão acontecer com essa permissão.
As empresas podem não participar diretamente nos laboratórios, mas afirmar que elas não possuem qualquer envolvimento com essa crueldade é enganoso e leva consumidores que lerem isso ao erro. Afinal, quem não possuir muito conhecimento sobre o assunto, pode facilmente achar, após ler a declaração da P&G, que o governo testa em animais sem que a empresa consinta ou concorde com isso, o que não é o que ocorre.
P&G e sua presença na China:
Declaração obtida a partir do site oficial da P&G. Clique aqui para conferir na íntegra.
“A P&G China foi fundada em 1988. Hoje, é a maior empresa de produtos de consumo da China, atendendo a mais de um bilhão de consumidores chineses com mais de 20 marcas em nove categorias. Estes incluem Rejoice, Pantene, Head & Shoulders, Vidal Sassoon, Olay, SK-II, Safeguard, Ariel, Tide, Febreze, Gillette, Venus, Braun, Oral-B, Crest, Pampers, Whisper, Tampax, Meta, Vicks e assim em diante. Várias outras marcas globais também estão disponíveis para os consumidores chineses através da nossa loja internacional nas plataformas de e-commerce da China.
A P&G China possui sede em Guangzhou, Guangdong, mas temos operações em todo o país, incluindo escritórios em Hong Kong, Taiwan, escritórios de vendas em Xangai, Pequim e Chengdu, um centro de inovação em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) em Pequim, um centro de inovação tecnológica em Guangzhou, oito fábricas, e onze centros de distribuição. Esses locais empregam mais de 8.000 pessoas. Somos reconhecidos como “Huang Pu School” do mundo dos negócios e vistos como uma das melhores empresas no desenvolvimento de pessoas. Nos últimos anos, fomos considerados o Empregador Mais Atraente da indústria de FMCG da Universum.”
O printscreen acima, disponível em um dos sites oficiais da empresa, mostra detalhadamente a presença da P&G na China. Também evidencia os lucros que a empresa consegue estando presente em toda essa região e atingindo um número tão elevado de consumidores chineses (o que grande parte das empresas que comercializam lá tem como objetivo por ser um mercado lucrativo), mesmo que tenha que matar animais para tal feito.
P&G entre as 10 empresas que mais poluem o planeta:
Trecho obtido a partir do site oficial da ONG Break Free Fom Plastic. Clique aqui para conferir na íntegra.
“Essas auditorias de marcas oferecem uma prova inegável do papel que as corporações desempenham na perpetuação da crise global da poluição por plásticos”, disse o coordenador global da Break Free From Plastic, Von Hernandez. “Ao continuar produzindo embalagens plásticas descartáveis problemáticas e não recicláveis para seus produtos, essas empresas são culpadas de destruir o planeta em grande escala. Está na hora de eles assumirem e deixarem de transferir a culpa para os cidadãos por seus produtos esbanjadores e poluentes.”
As auditorias, lideradas por organizações membros da Break Free From Plastic, descobriram que a Coca-Cola, a PepsiCo, a Nestlé, a Danone, a Mondelez International, a Procter & Gamble (P&G), a Unilever, a Mars Incorporated e a Colgate-Palmolive eram as mais marcas multinacionais freqüentes coletadas em limpezas, nessa ordem. Este ranking de empresas multinacionais incluiu apenas marcas que foram encontradas em pelo menos dez dos 42 países participantes. No geral, o poliestireno, que não é reciclável na maioria dos locais, foi o tipo mais comum de plástico encontrado, seguido de perto pelo PET, um material usado em garrafas, recipientes e outras embalagens.
A P&G, ao invés de mudar todas as suas práticas e reinventar suas políticas ambientais de forma efetiva, apenas continua lançando novos produtos. Ou seja, mais plástico no nosso planeta, sem ter uma ação consistente que de fato possa vir a mudar toda a poluição que ela mesma causa ao redor do mundo (as Filipinas, como mostrado acima, é apenas um dos diversos países que a P&G está ajudando a poluir cada vez mais), matando milhares e milhares de animais diariamente.
Temos que parar de tratar empresas gigantes, como a P&G, Unilever, Nestlé, e diversas outras, como se elas fossem coitadinhas e vítimas de tudo isso. Elas são as maiores empresas do planeta, elas comandam o mundo todo com seu poder e dinheiro. Elas estão presentes nas prateleiras de todo o mundo, e na casa de grande parte dos cidadãos. Ou seja, elas de fato possuem dinheiro (muito dinheiro), poder, acessibilidade e influência para salvar o mundo, mas elas não o fazem, e ainda não fizeram apenas porque não querem. Elas possuem pleno conhecimento de tudo que causam, mas simplesmente não querem mudar.
Marcas que pertencem à P&G:
Ao comprar produtos das marcas da P&G, você também estará dando dinheiro para a P&G e seu grupo empresarial. Dessa forma, confiram abaixo a lista de todas as marcas da P&G atualmente (12/07/2019). Inclusive, muitas das marcas citadas abaixo, estão relacionadas com testes em animais diretamente, e mesmo se hipoteticamente não possuíssem qualquer relação com a P&G, também não poderiam ser consideradas totalmente livres de crueldade.

Marcas da P&G (ordem alfabética): Ace, Align, Always, Always Discreet, Ariel, Aussie, Bounce, Bounty, Braun, Cascade, Charmin, Cheer, Clearblue, Crest, Dawn, Downy, Dreft, Era, Febreze, Fixodent, Gain, Gillette, Head & Shoulders, Herbal Essences, Ivory, Joy, Luvs, Metamucil, Mr. Clean, Native, Naturella, Olay, Old Spice, Oral-B, Pampers, Pantene, Pepto-Bismol, Prilosec OTC, Puffs, Rindex 3en1, Safeguard, Scope, Secret, SK-II, Snowberry, Swiffer, Tampax, The Art of Shaving, Tide, Venus, Vicks e ZzzQuil.
As principais marcas da P&G comercializadas no Brasil são: Aussie, Oral-B, Always, Gillette, Head & Shoulders, Pantene, Herbal Essences, Old Spice, Downy, Pampers, Ariel, Vicks, Clearblue e Metamucil.
Independente de algumas marcas específicas da P&G não comercializarem na China (como é o caso da Aussie, por exemplo), por terem relação de lucros direta com uma empresa que ainda testa em animais, não é correto nem seguro declarar que elas sejam livres de exploração animal.
Não apoie a exploração animal, considere o veganismo.
Até o próximo post! Beijos.
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Você sabia que aqui no AriVegan.com eu elaborei várias listas separando as marcas de acordo com as características, práticas e diretrizes (referente a testes em animais e qualquer outro tipo de exploração animal) fornecidas por cada uma delas?
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